Enquanto diretor da Direc02 Moura Pinho conversou com prepostos da Secretaria Estadual da Educação sobre a possibilidade de implantação de um projeto central de esportes, lazer e cultura no local onde está sendo erguido o novo SAC . “Vamos imaginar todos os estabelecimentos situados nesta área, além de toda a rede, compartilhando este projeto”, comenta.
Moura Pinho também acredita que as pessoas de uma forma geral ainda não atentaram para o problema da alocação do SAC naquela área e chama a atenção da comunidade para diversos aspectos. Moura alerta, por exemplo, para o comércio marginal que normalmente acorre às regiões onde se instalam tais equipamentos e o risco a que serão expostas às comunidades escolares com tal vizinhança (assaltos, drogas, etc...) e chama a atenção para a questão do trânsito com a dificuldade que advirá com a movimentação de veículos, naquele local.
“Indago, finalmente, qual foi o estudo técnico desenvolvido para justificar este absurdo?”, questiona Moura. A distância que manterá com a unidade existente não descentraliza serviço. A proximidade com a Estação Rodoviária é uma motivação equivocada e não perdurará por mais de 05 anos, pois a relocação da mesma é uma imposição do crescimento da cidade”, diz.
Por fim, preocupa-se com aspectos que, segundo ele, têm marcado a atividade pública: o tráfico de influência. “Apenas uma empresa - GBARBOSA - ganha com o SAC neste local. Ou será que mais alguém ganhou?”, deixa a reflexão para discussão.
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